The death of a dream

Você consegue imaginar uma época em que a verdade era livre?

fev. 14

carry-on-my-wayward-nun:

Dean’s reactions in 8x20 and 8x07

the difference between friendship and romance

Perfect post is perfect

(via destiels-snogbox)


dez. 2

"Então ela se viu parada diante de uma estrada bifurcada sem ao menos lembrar-se de como havia chegado ali. Ela não fazia ideia do que estava acontecendo nem mesmo de onde aquelas estradas iam dar, pensou então em andar para trás na esperança de poder voltar para a proteção de seu muro, afinal ali fora ela estava desprotegida.
Quando virou-se deu de cara com uma mulher, antes que pudesse falar algo a mulher falou :
- Para onde vai?
- Eu… Eu não sei, vou voltar para casa eu acho -respondeu assustada
- Não vai voltar não.
- Como não?
-Não vou deixar você voltar para trás
- e porque não?
- Porque a vida caminha para frente, quem insiste em andar para trás nunca chega a lugar algum, você deve seguir em frente.
-Mas eu não sei para onde ir
-Ora, você tem duas estradas na sua frente
-Mas eu não sei onde elas vão me levar, como posso seguir um caminho que não conheço?
- Bem vinda à vida minha pequena, nós nunca sabemos onde vamos chegar se nós não tivermos coragem de seguir por caminhos desconhecidos, que graça teria ir para um lugar que você já sabe onde e como é? Seria o mesmo que voltar pra trás e eu não posso permitir que você faça isso!
-Quem é você?
- Eu sou quem vai te acompanhar no caminho que escolher.
-E qual eu devo seguir?
- Isso só você pode decidir, não tenha medo arrisque e permita-se viver, já passou da hora de você sair de trás daquele muro e encarar a vida, eu te ajudo, mas antes você tem que se ajudar.”

mais um trecho de algo que eu talvez termine um dia


nov. 14

Você pode me achar uma boneca, pode brincar comigo me vestir da forma que quiser. Você pode me esquecer as vezes e quando bater a saudade voltar a brincar comigo, você pode me levar de um lugar para o outro e me exibir como seu brinquedo novo. Mas não ouse me trancar dentro de um baú velho e lembre-se não sou boneca de pano, sou de porcelana se me jogar com força eu te corto. E o mais importante, homem de verdade não brinca com boneca. E pra eu me tornar uma daquelas bonecas possuídas que te torturam e perseguem não custa muito não. Então pense bem se vai querer brincar 


nov. 13

Eu gosto tanto de você que chego a ficar até enjoada. É confuso né? Mas acostume-se tudo em mim é uma imensa contradição, quanto mais eu gosto de você mas medo eu sinto também. Esse sentimento tá ficando tão grande que tá chegando a transbordar.


nov. 12

Eu e essa minha eterna mania de não saber disfarçar quando tem algo errado, essa maldita mania de não saber fingir um sorriso, forçar uma risada e não conseguir olhar ninguém nos olhos 


Constantemente ouço alguém me dizer “se você escreve tão bem sobre sentimentos, qual a dificuldade em expressar e demonstrar?” É simples, quando cuspo as palavras seja num papel ou num computador é mais fácil deixar fluir, afinal são apenas meras palavras sem nenhum destinatário explícito, mas quando a questão é demonstrar pra alguém, a coisa toda muda o impacto é maior e o medo da reação me apavora, então guardo tudo em mim hora ou outra deixo escapar num olhar ou então num texto sem nenhum “alguém” específico, mas que quem realmente me conhece vai saber quem é nas entrelinhas dos meus desabafos.


"Estou num conflito interno entre insistir e desistir, dar uma chance ou cair fora, acreditar ou me trancar novamente impedindo qualquer sentimento que venha a florescer em mim.
É complicado saber o que fazer quando a única coisa concreta que se tem é a incerteza de algo concreto, queria ter a certeza que tudo está bem quando eu acordo e dormir sabendo que essa certeza permanecerá nos próximos dias, mas não é assim que funciona comigo, comigo é na base do “talvez” e do “será?” e claro do básico “e se?”, não sei qual o problema comigo, mas tenho grande queda por tudo aquilo que não me traz segurança suficiente, tudo aquilo que não me traz a certeza que eu creio precisar. Talvez eu não precise, ou será que eu preciso? E se eu precisar, será que algo seria diferente?
Difícil é entender essa minha mente contraditória que ao mesmo tempo que quer certezas e segurança quer o gostinho da dúvida, movido pela surpresa da descoberta final. Não sei lidar comigo, não sei lidar com esses sentimentos que fazem minha mente ferver o coração acelerar, o estômago ser invadido por borboletas e o corpo arrepiar.
Não sei lidar com o que é fácil, entretanto não tenho paciência de esperar o que é difícil. Não sei, talvez um dia eu saiba lidar. “
Diih Cherry


"Às vezes sinto como se estivesse caindo, como naqueles sonhos que do nada nos fazem dar um pulo na cama, só que essa sensação é quando estou acordada, como se eu estivesse caindo e do nada desse um pulo na vida. 
É difícil de explicar, talvez seja complexo demais pra descrever em palavras, mas as vezes flutuo, as vezes parece que despenco de um penhasco em queda livre.
As vezes eu gosto da adrenalina de estar suspensa no ar, mas as vezes me apavora olhar pra baixo e ver que estou tão perto do chão.
Vocês devem pensar “que metáfora barata essa”, mas duvido que pelo menos uma vez vocês não se sentiram dessa forma, como se estivessem suspensos no ar e de repente prestes a se esborrifar no chão, como se num segundo estivessem no mais belo sonho e do nada a realidade lhe acordasse com tapas na cara.”
Diih Cherry


"As vezes me sinto tão vazia que transbordo solidão, as vezes estou tão cheia que necessito deixar cair pelas beiradas meus conflitos para que assim talvez encontre um ponto de equilíbrio nesse breu que existe em mim. Uma luz sequer deve haver no meio dessa escuridão que me impede de enxergar um palmo à minha frente.
Uma certeza deve existir nesse mar morto de incertezas. Deve haver em algum lugar calmaria diante dessas minhas tempestades constantes que tornam meus dias conturbados e turbulentos. Vivo em constante tempestade em alto mar, vivo me escondendo atrás das velas, me escondendo atrás das orações intermináveis na esperança de que alguma súplica seja atendida e as tempestades cessem. Embora prefira os dias cinzas, anseio ver o sol brilhar ardente, incandescente.”
Diih Cherry


"Esvazie copos não vidas, quebre garrafas não corações, queime lenha e não sonhos.
Descarte objetos não pessoas, brinque com bonecas e carrinhos não com sentimentos.
Derrame um copo d’água não lágrimas, abandone maus hábitos não pessoas, grite em protesto não com que te quer bem.” - Diih Cherry


nov. 3

É como se todas as nuvens que cobriam meu céu tivessem desaparecido para então o sol dar as caras e mostrar seu brilho, é como se meu solo seco do dia pra noite tivesse se tornado fértil, como se as flores secas resolvessem reviver,  é como se assim do nada a lareira resolvesse acender sozinha para me aquecer e me fazer esquecer os dias frios. É como se as cortinas tivessem sido abertas e a luz finalmente tivesse entrado para iluminar o porão repleto de folhas e tomado pela bagunça, dessa forma me fazendo ver que na prateleira ainda existia um livro em branco que ansiava por ser escrito com as mais belas histórias e aventuras. Um livro novo com um possível final feliz..

Mesmo que tomada pela insegurança, resolvi pegar o livro e tirá-lo do meio da bagunça, encontrei um lugar perfeito para ele, acompanhada do meu sorriso, que também havia voltado, sentei-me em frente a lareira e comecei a escrever. A história ainda não sei bem como vai desenrolar, mas entre tudo o que há de mais belo em cada página é teu nome sobressaindo em praticamente todas as linhas. Esse livro é mais seu que meu.


jan. 29

As vezes no silêncio da noite o coração palpita em busca de alguém, um alguém que já se foi, um alguém que está longe demais pra ouvir as súplicas, alguém que não se importa o suficiente para voltar, e a vida continua e o coração tenta se calar….. em vão já que a saudade é maior que ele, tão maior que chega a transbordar, transborda lágrimas pelos olhos e o espelho da alma fica chorando.


out. 4

Era madrugada, a rua era silenciosa e escura, extremamente assustadora, o vendo frio fazia meu corpo estremecer eu não sabia para onde ir, o sino da igreja cortou rispidamente o silêncio torturante da ruazinha de pedras, não havia ali um feixe de luz sequer, era vazio, escuro e frio… De uma forma estranha sentia-me em casa, com os atalhos que havia percorrido aprendi a viver no escuro, mesmo assim embora fosse familiar aquele lugar me remetia tamanha agonia impossível de descrever. O estranho é que por mais que eu corresse com toda minha velocidade parecia que eu andava em círculos e estava presa ali, destinada a passar o resto da minha eternidade vagando por um segundo mundo que eu jamais queria ter conhecido, no momento que a ceifadora me chamou eu deveria ter ido, mas preferi fugir, meu medo de encarar a morte me trouxe para esse lugar que é ainda pior do que o nada onde eu provavelmente iria estar se tivesse aceitado de bom grado que meu tempo havia acabado….


set. 17
 Chega dessas histórias mal acabadas, chega de ler os velhos livros com suas páginas amareladas e desejar um final diferente. Acabou, ACEITE! 
É hora de renovar, tomar outra xícara de café e começar a escrever novas histórias enquanto os velhos livros se queimam na fogueira, é hora de começar de novo e não “recomeçar” Recomeço me lembra algo como “uma nova chance para a mesma história” e sabe de verdade isso não dá certo não. O que todo mundo precisa é apagar as histórias antigas, deixar queimar mesmo e começar coisas novas.
O que me diz de uma noite em Paris ?

 Chega dessas histórias mal acabadas, chega de ler os velhos livros com suas páginas amareladas e desejar um final diferente. Acabou, ACEITE! 

É hora de renovar, tomar outra xícara de café e começar a escrever novas histórias enquanto os velhos livros se queimam na fogueira, é hora de começar de novo e não “recomeçar” Recomeço me lembra algo como “uma nova chance para a mesma história” e sabe de verdade isso não dá certo não. O que todo mundo precisa é apagar as histórias antigas, deixar queimar mesmo e começar coisas novas.

O que me diz de uma noite em Paris ?


 De repente tudo que tu precisa é falar, não necessariamente falar “com” alguém ou “pra” alguém, tu só precisa falar, sabe tirar o peso de ti e deixar sair tudo que está guardado. E quantas vezes tu não se pegou escrevendo até as mãos cansarem e mesmo com as mãos amarradas em fios de nylon escreveu até a folha ser lavada de sangue, e quanto mais tu precisa escrever mais o nó se aperta e mais difícil fica deixar tudo sair. É uma questão um tanto curiosa, quando tu decide se livrar de tudo sempre arrumam uma maneira de deixar algo ficar.


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